A revista Superinteressante divulgou um infográfico animado, formado de vários pequenos vídeos,  no qual um cronômetro avalia o tempo que se perde em cada uma das ações que nele aparecem. Desde abrir um pacote de aspirina e esperar que ela dissolva até preparar um café ou uma torrada, somando tudo isso, gastamos muito tempo em coisas bem pequenas, o que, olhando para o infográfico, fica bem claro.

Ligar o computador demora em média 72 segundos. Passar na porta giratória (aquelas que são bem comuns em bancos) 10 segundos. Preparar um café, pasmem, nos faz perder em média 164 segundos. Quantos cafés você prepara por dia? E por semana? Em um ano, quanto tempo você passou ao todo preparando xícaras de café? Acredite é muito.

O portal “Administradores.com” entrevistou a psicóloga e diretora do Instituto Saber, Marcia Dolores Rezende, que é especialista em Programação Neurolinguistica. Queriam saber o que é mais importante na hora de distribuir bem o tempo, buscando a chave do verdadeiro gerenciamento do tempo.

“Gerir o tempo de forma eficaz implica identificar o que é mais importante, definir objetivos e estabelecer prioridades” – diz ela. “Assuma o comando de seu próprio tempo, fortalecendo a auto-estima, definindo prioridades através de um plano de ação, melhorando assim o que não está bom” – analisando o discurso de Marcia, fica claro que é mesmo uma questão de organização.

Seja no trabalho, em casa ou em ambos, a organização é fundamental para o bom gerenciamento do tempo e a boa realização de todas as tarefas. Mas, caso você não consiga fazer isso sozinho, ou não saiba por onde começar existem cursos que ensinam técnicas de gerenciamento de tempo. No site “Cursos Executivos”, há uma página com detalhes do curso “Gerenciamento do Tempo - Como Colocar o Tempo a seu Favor”. Nela, o conferencista, Fernando José da Rocha Camargo que trabalha com o desenvolvimento e aconselhamento de pessoas disponibiliza os tópicos abordados, entre eles, “Controle o tempo, controle sua vida”, “Como programar lembrando do significado” e até “Desenvolvendo o hábito de viver com emoção”. O programa de oito horas, busca esclarecer os pontos mais importantes na organização do tempo visando seu melhor uso e distribuição.

Sabiamente já dizia a letra da musica de Renato Russo “todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo”, só não pense que tem todo o tempo do mundo, pois a partir daí a melodia fica um pouco duvidosa. Na verdade nosso tempo é contado, distribua bem o seu e tenha sempre seu próprio tempo.

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Uma entrevista de emprego é um campo minado. Você não sabe ao certo aonde pisar, até onde ir ou se está no caminho certo. Insegurança é a palavra de ordem desta situação e isso é perfeitamente normal! Pesquisando sobre o comportamento ideal do entrevistado, descobri 10 erros que causam uma péssima impressão nos empregadores, fica a dica do que não fazer.

  1. Chegar atrasado - Além de mostrar desorganização, passa a idéia de que o candidato não dá a devida importância à entrevista e à empresa. Caso seja inevitável se atrasar, informe imediatamente o entrevistador, se for necessário, remarque a entrevista.
  2. Usar roupas muito informais - Por mais que você seja despojado no seu dia-a-dia, a entrevista de emprego não é o melhor lugar para mostrar todo o seu estilo, tenha bom senso e evite: roupas decotadas, chinelo, regata, barriga aparecendo, saia curta ou short. Não há necessidade de investir em um terno ou algo tão sério, apenas equilibre suas roupas para que não fiquem vulgares.
  3. Não saber nada sobre o empregador - Erro imperdoável é não pesquisar um pouco que seja sobre seu futuro empregador. Caso a empresa que faz a seleção não divulgue o nome da empresa contratante, pesquise sobre as delegações da vaga em questão e sobre seu segmento para não te pegarem desprevenido.
  4. Expressar-se mal, usar gírias ou frases sem sentido - Ser objetivo é fundamental. Tente evitar gírias e regionalismos para facilitar a comunicação com seu entrevistador mesmo que ele aparente ser jovem. Sua linguagem mostra sua maturidade e seu conhecimento.
  5. Mentir sobre suas qualificações - É dar corda para se enforcar. Seu entrevistador irá descobri mais cedo ou mais tarde o que é verdade e o que não é, seja indagando e procurando se aprofundar em alguns pontos, seja te contratando e te colocando para trabalhar. Melhor deixar claro o que sabe e do que é capaz.
  6. Falar mal do emprego anterior - Você pode até estar com raiva, deixe para desabafar com os amigos e não na entrevista. Quando o entrevistador te pergunta sobre suas experiências anteriores, na verdade ele só quer saber de maneira sutil, suas qualificações e como podem ser úteis para a empresa. Falar mal desvia o foco da pergunta e mostra falta de ética.
  7. Disputar espaço com o entrevistador - Não parta para o ataque. Isso demonstra imaturidade, insegurança e prepotência. Esperar e escutar antes de fazer suas considerações é a melhor estratégia. Mesmo que seja difícil, tenha calma.
  8. Vangloriar-se de suas conquistas pessoais - Tentar “vender seu peixe” é normal, mas pegue leve para não soar presunçoso. Na maioria das empresas, o trabalho não é realizado individualmente e sim em pequenas equipes, falar dos que te ajudaram em suas realizações mostra que você reconhece e valoriza o trabalho dos colegas.
  9. Não fazer perguntas - Não se limite a responder, pergunte, não tenha vergonha. Não se foque apenas na remuneração embora esta seja do interesse geral dos candidatos, a entrevista é o espaço para esclarecer suas dúvidas, se algo não ficou claro, educadamente indague.
  10. Demonstrar desequilíbrio emocional - Não é segredo que estar nervoso e inseguro pode te atrapalhar, no entanto, não deixe seus sentimentos te dominarem. A imagem passada pode ser a de imaturidade. Evite levar acompanhantes, colocar-se na posição de vítima, inflar-se ou fazer comentários negativos. Mantenha seu foco em responder as perguntas de forma sincera e direta.

Respire fundo e boa sorte!

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Está aí um problema que atinge grande número de funcionários, seja no setor público, seja do privado. O que nem sempre é culpa da empresa na qual se trabalha, talvez seja uma questão de mudar de área ou até de empregador.

Estar insatisfeito com as tarefas que desempenha pode ser sinal de que você está na vaga errada. Considere a possibilidade de mudar de área dentro do seu local de trabalho, converse com os seus superiores, seja franco. Procure saber se o seu currículo é indicado para a área que alveja e peça transferência. Caso você precise de alguns cursos e atualizações, não perca seu tempo, peça a eles indicações do que aprender e comece já a investir na mudança de carreira.

Sabe-se, no entanto, que nem todas as empresas estão abertas a esse tipo de mudança no seu quadro de funcionários, se este for o seu caso, e você se sentir muito engessado no papel que desempenha, continue dando o seu melhor e procure por novas vagas em outras empresas.

Não tenha medo de se arriscar. Se mesmo depois de uma conversa sincera, seus superiores não aceitarem seu desejo de mudança, não tenha raiva. Pense que em toda empresa existe uma cadeia de empregados até que se chegue ao dono ou administrador geral, talvez não seja culpa dele.

Tenha paciência, dê sempre seu melhor, afinal você pode precisar de uma indicação dos seus superiores. Faça sugestões de melhorias, prepare propostas com argumentações racionais e sólidas, tente contribuir para a melhoria do ambiente de trabalho e se esforce em encontrar algo que lhe agrade.

Outra dica válida é tentar descobrir as tarefas desempenhadas pelo profissional que oferece a vaga, é possível saber se ela é a mais indicada pra você antes mesmo de se inscrever.

Divida seu tempo e suas tarefas, faça pequenas pausas, tente se concentrar para que seu dia no emprego passará mais rápido, e nem pense em enrolar, se esforce até que consiga um trabalho mais satisfatório.

Boa sorte!

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Você se lembra dos tempos do colégio? De quando os professores pediam para preparar um seminário, por exemplo, e você ficava desesperado por ter que falar em público?

Pois é. Você cresceu achando que ficaria livre a na sua empresa ou agência, vira e meche tem que apresentar uma proposta ou discutir algo em uma reunião em grupo e lá  vai - o frio na barriga, o nervosismo e a tensão daquela época. Tudo de volta como se não tivesse passado um dia.

Isso é normal, mesmo as pessoas mais desinibidas se sentem inseguras na hora de fazer uma apresentação em público. Dominar o tema ajuda bastante na sua segurança e isso também serve para os pequenos. Estudar, ler tudo mais de uma vez, fazer correções quando necessárias, pedir a opinião de amigos e superiores (como chefe, professor) e se preparar para possíveis perguntas, faz com que depois de passado o medo inicial, a administração dos tópicos seja mais fácil.

Peça para as perguntas serem feitas ao final, anote uma série de observações que irá falar durante a apresentação e tente resumir ao máximo o que será mostrado. Resumindo, para os colegas que assistem (seja na escola, na faculdade ou no trabalho) o evento não se torna algo desinteressante.

Aliás, tornar uma apresentação dinâmica, é praticamente um desafio. Se for ministrada por um grupo, faça com que todos falem alternadamente. Cada pessoa tem sua personalidade e isso influencia diretamente no que é passado e como. Uns são mais brincalhões, outros mais formais, alterando ambos, a atenção é distribuída e fica equilibrada.

Interação é o segredo: mostre vídeos se possível, nada muito longo, trechos de um ou no máximo dois minutos. Insira imagens, mas tente selecionar algumas remetendo ao que é falado, e não repetindo o que você ou seus colegas tem a dizer.

O mais importante em uma apresentação, de um trabalho escolar, dos dados de crescimento do seu setor ou da nova campanha para o seu cliente, é ser você mesmo, se concentrar naquilo que você tem a falar e ser o mais sincero possível: tentar enrolar não deve ser MESMO uma opção.

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Complicado, porém, não impossível. Existem vários tipos de personalidade e muitas vezes conviver com a diferença é o mais difícil. Mas existem alguns caminhos para tentar tornar essa convivência diária mais respeitosa entre colegas, sem causar nenhum conflito no trabalho, veja só:

Os cinco tipos de malas ou que podem te prejudicar hoje mesmo:

  • 1 – A fofoca em pessoa:

O ser humano sabe tudo — desde quem está tendo um caso com quem até quem será o próximo a ser demitido, fique atenta. Observe se a figura em questão anda perguntando da sua vida e tente neutralizá-la: não adianta perder tempo explicando que sua fofoca atrapalha, haja de forma prática, tente distraí-la jogando o foco da fofoca para casais famosos como Angelina Jolie e Brad Pitt. Também é possível convencê-la de que você tem uma rotina desinteressante, fale dos detalhes mais chatos possível.

  • 2 – A esponja (ou ladra, se você preferir):

Não é de furtos materiais que estamos falando, e sim de algo muito mais valioso, suas idéias: essa pessoa é capaz de absorver seus projetos e fazer parecer que foram dela. Muito cuidado, ao invés de reclamar, documente e envie por email para várias pessoas tudo aquilo que você pensar, isso te dá evidências concretas da data e hora de tudo que você criou. Segure a língua e escreva!

  • 3 – A cobra:

Esse tipo é o mais famoso, tanto no trabalho quanto entre amigos, trata-se da pessoa falsa. Além de mais famoso, é o também mais difícil, o que inspira mais medo, no entanto, se você pensou logo em alguém que está ali, pertinho de você, muita calma, até agora, a melhor forma de lidar com a criatura é entrar no jogo e manter os dois olhos e ouvidos muito ligados em tudo que ela faz. Seja educada, agradeça sua “preocupação” e seus comentários. Seja você mesmo e tenha muita cautela.

  • 4 – A perfeição humana:

Cozinha bem, fala várias línguas, seus relatórios são os melhores, tem centenas de iniciativas e idéias, suas unhas sempre feitas e seus cabelos impecáveis desfilam sua perfeição por todos os lugares. Olha, aqui vai o segredo: é bem provável que a (o) tal, não tenha a intenção de irritar ninguém, e que, assim como você esteja lutando pelo seu espaço, portanto dê a ela o devido crédito e tente discutir amigavelmente os planos e projetos, negociando, por exemplo, prazos possíveis. Tente fazer o seu melhor sempre, e manter o seu trabalho no seu foco, assim, suas qualidades serão reconhecidas por todos.

  • 5 – A folgada:

Nem pense em fazer as tarefas designadas para esse colega folgado! Muito pelo contrário, deixe claro, com seus superiores qual tarefa fica com quem e faça a sua parte, deixando claro (sem falar mal de ninguém) que tem tido dificuldades por conta de seus atrasos. Fica a cargo deles, tomar a melhor decisão.

O mais importante é sempre manter a calma e conversar, ponderando com respeito, e aceitando as diferenças. Seja tolerante e tente conversar sempre para não se frustrar. Boa Sorte!

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Toma-lhe Nutry

Postado por: samamba

O stress já afeta grande parte da população mundial. São pessoas que não dormem bem, se alimentam mal ou estão passando por uma fase difícil. Milhares de fatores podem provocar um stress. Alguns desses fatores e consequências você pode ver por aqui.