A atividade sexual é uma das funções fisiológicas do corpo humano.Uma vida sexual ativa e saudável proporciona saúde e bem-estar.No entanto, inúmeros fatores, sociais, raciais, culturais e econômicos, podem influenciar a frequência sexual dos diferentes povos em todo o mundo.

Um pesquisa mundial encomendada pela empresa britânica Durex (fabricante de preservativos), avaliou a frequência sexual (número de relações sexuais por ano) em diferentes países.Os brasileiros ocuparam o quinto lugar no ranking mundial, com uma média de 113 relações sexuais por ano.

Os quatro primeiros colocados na pesquisa foram: Estados Unidos (132 vezes por ano), Rússia (122 vezes por ano), França (121 vezes por ano) e Grécia (115 vezes por ano).

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Cada geração é uma geração e cada geração tem as suas características, gostos e opiniões. Olhando para trás vemos o quanto nossos pais e avós são diferentes de nós e até o quanto repudiam o que nós gostamos.

Mas isso não é nenhuma novidade. Novidade seria se nós soubéssemos lidar com isso minimizando os conflitos com os mais velhos e com os mais novos.

As manifestações culturais são reflexos da época em que vivemos e crescemos isso nos torna únicos perante o mundo e as gerações que nos cercam.

É importante pensar que conhecer pessoas é conviver com diferentes pontos de vista, muitas vezes radicalmente discordantes o que sempre gera conflito.

A racionalidade é a palavra de ordem na hora de conviver com qualquer pessoa, independente da diferença de idade. Membros de uma mesma sociedade e de uma mesma geração podem ser diferentes entre si e podem ter pensamentos e direcionamentos completamente diferentes.

Se abrir para novas “realidades” faz com que evoluamos como pessoas e conheçamos novas perspectivas. O que não é nada ruim, cá entre nós.

Não importa a idade que você tenha, se abrir é a chave para evitar o conflito de gerações – seja paciente, ou você já passou por isso, ou ainda vai chegar lá.

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O Stressblog foi buscar um veterinário pra falar sério sobre o assunto!

Ter um animal de estimação companheiros, alegres e sempre disponíveis, no fundo, nossos bichinhos são grandes amigos.

Entrevistamos o Dr. Daniel Ribeiro Sayegh, um dos encarregados do Centro de Saúde Animal dos Jardins, em São Paulo que busca oferecer sempre o melhor para os nossos grandes amigos.

Fizemos algumas perguntas pra tentar entender o quanto esses bichinhos são importantes na vida das pessoas, a entrevista com um veterinário, nos dá um novo ponto de vista no assunto – o de quem nos salva quando nos companheiros precisam de ajuda.

SB: Qual o caso mais comum que você atende? Tem algum problema muito comum na saúde dos bichos de estimação?

DS: Existem alguns casos comuns em pequenos animais, que abrangem desde problemas simples como problemas na pele ou uma unha quebrada até casos mais graves, como neoplasias ou cardiopatias. Mas eu diria que quase 100% dos animais têm problemas odontológicos. E não é difícil imaginar o por que… Eles precisam de escovação dental diária, como nós.

SB: E os donos, qual o problema deles? Quero dizer, o que os donos fazem por amor que pode acabar prejudicando os bichinhos? (Como dar chocolate, jujuba, enfim comida que não é feita para o animal?)

DS: Esse é um problema que vem crescendo constantemente, na mesma medida com que cresce a proximidade entre os animais de companhia e seus proprietários. Os pets vêm assumindo papéis mais importantes na vida das pessoas, e nas últimas décadas os cães e gatos saíram dos quintais e passaram a viver dentro de casa. E é realmente difícil para os proprietários resistir àquelas carinhas de “pidões” e negar uma guloseima. O que falta é informação às pessoas, pois existem diversas maneiras de agradar o seu companheiro sem precisar colocá-lo em risco. Acidentes com materiais de limpeza, tomadas de energia, certas medicações e alimentos são muito comuns, provocando, por exemplo, intoxicações, pancreatites, alergias, e geralmente ocorrem sem que a pessoa perceba que está fazendo um mal para a saúde do seu animal. Algumas pessoas cometem exageros também no que se refere à estética animal. Excessos de perfumes, acessórios, jóias, tratamentos de beleza como pintura das unhas entre outros podem ser prejudiciais. Nunca podemos esquecer que eles continuam sendo animais com fortes instintos que vieram da vida na natureza, e temos que respeitar esta característica. Não existe um limite definido ou pré-estabelecido, porém nunca podemos perder de vista que quem vai dizer se está confortável ou não é o próprio animal, e não a vontade do dono.

SB: Você recomenda alguma raça em especial pra quem quer companhia, um amigo sempre alegre, mas que não faça muita bagunça? Isso é possível?

DS: É possível sim. Só que as pessoas precisam estar conscientes sobre alguns aspectos importantes na hora de comprar ou adotar um animal. Em primeiro lugar, ter um animal sob a sua tutela é uma grande responsabilidade, que muitas vezes é desconhecida por quem quer um pet em sua casa. Adquirir um animal num ato impulsivo pode fazer com que as escolhas sejam precipitadas e trazer problemas.

Cada raça tem características específicas que podem ou não ser aquilo que a pessoa está buscando. Por exemplo, para escolher um cão que vai conviver com pessoas idosas em um apartamento pequeno, seria um erro escolher rações de cães que necessitem de exercícios contínuos. Existem as opções de contratar serviços de dog walker ou day care, mas a verdade é que não existe uma receita de bolo e tudo isso deve ser levado em conta antes do animal chegar em casa.

SB: Por fim, conta aí, você tem algum animal de estimação? O que mais gosta de fazer com ele quando quer relaxar?

DS: Tenho sim! É a Cacau, uma cadela da raça Tekel, o famoso “salsicha”. Como ela já esta bem velinha, com quase 17 anos, não podemos mais fazer atividades muito intensas, mas quando ela era mais nova sempre íamos ao parque, onde ela se divertia muito. Hoje em dia, na maioria do tempo, ela prefere ficar descansando, e o que ela gosta é de ganhar um pedaço de fruta de vez em quando!

O Dr Daniel, atende em São Paulo, no Centro de Saúde Animal dos Jardins.

Se você ainda não tem um amiguinho em casa, se prepare, é diversão garantida! Além de muito carinho, seu amigo precisa de cuidados, que certamente, compensam no dia a dia… experimente e nos conte!

Mande seus vídeos e fotos dos seus amiguinhos, quem sabe nosso próximo post não é sobre ele?

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Sexta-feira é dia de balada, de barzinho, de jantar com a família, de namorar até tarde. Sexta-feira é dia de sair correndo do trabalho e ir fazer o que gosta, porque depois das obrigações feitas, é dada a largada do final de semana – e obviamente, é hora de curtir e desestressar.

Tem muita gente stressada por aí, frustrada com o trabalho, tento problemas nos relacionamentos e é no final de semana, que essas criaturinhas perdidas abusam. Abusam do álcool, do tempo diante da televisão, do videogame, perdem a linha na balada, comem quantidades absurdas de guloseimas, buscando uma válvula de escape dos problemas do dia-a-dia. Beber para afogar as mágoas. Se acabar na balada. Se esquecer da vida. Nem sempre isso é bom.

O final de semana é sagrado. Mas deve ser sagrado principalmente com a sua saúde, deve ser sagrado com você. Dois dias inteiros, ou pelo menos um dia inteiro pra descansar, aproveitar o que e quem se ama. Tempo de organizar a vida! De fazer em casa aquelas mudanças que você vem planejando e arrumar os motivos daquilo que você vem reclamando há tempos. É a hora de cuidar de você. De mudar o visual, de lavar o carro com aquele cuidado que só você tem. De passear de moto por lugares da cidade que você sempre teve vontade de ir e até hoje não teve chance. De passear devagar. De viver devagar. Desacelere.

Hoje é dia de jogo, de barzinho com os amigos do colégio. É dia de conquista, mesmo que você já tenha conquistado alguém, conquiste de novo. Sexta-feira o trânsito vai estar agitado – é lógico, tem muita gente querendo se divertir, assim como você. Os ônibus vão estar lotados na hora da saída do trabalho, com certeza, todos cansados e desejando uma boa noite de sono, ou no mínimo, boas risadas até o fim da noite. No estacionamento, é provável que tenha tumulto, toda sexta-feira tem, ainda mais esta, tão perto do feriado. E se você for ao supermercado, quem sabe pegue uma baita fila no caixa? É… Sextas-feiras são dias que as cidades caminham todas para os mesmo pontos. É preciso ter paciência…

Relaxe… Afinal de contas, o final de semana já está aí.

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Não existe fórmula mágica, sinto muito. Trata-se de um mal que todos nós já sofremos ou  sofreremos em algum momento da vida. Ninguém escapa.

E a coisa pode ser bem séria, segundo um estudo realizado pelo “Albert Einstein College of Medicine” a sensação de rejeição pode ser muito semelhante à abstinência em cocaína. Parece absurdo, mas segundo os exames realizados pelos cientistas, com homens e mulheres que estavam em meio a uma “fossa amorosa” (ou seja, foram rejeitados, mas mesmo assim continuavam apaixonados), olhar para fotos dos ex ativava várias regiões do cérebro, desde áreas associadas ao controle das emoções, até a abstinência e  (pasmem) dor física. Resumindo, os estudos puderam afirmar que existem grandes semelhanças entre os sentimentos de pessoas rejeitadas e viciados em cocaína que passam pelo processo de desintoxicação. “O amor romântico é um vício”, afirmou categórica e assustadoramente a antropologista Helen E. Fisher, responsável pesquisa.

Focando um pouco na traição, creio que o sofrimento seja ainda pior, independente do caso.

Superar é uma tarefa árdua e continua. Apontar culpados não é a melhor forma de começar. Ficar se negando a acreditar ou a analisar a parcela de culpa do traído, também não. Aceitar é sim muito difícil, mas, acredite é a melhor coisa a se fazer. Agir com transparência, sinceridade e maturidade, enfrentar o problema e decidir o que fazer com relação ao parceiro, garante o respeito entre o casal.

Em alguns casos, é necessária a ajuda de um profissional, caso um dos dois não consiga superar a situação. Não é nenhuma vergonha admitir o quanto dói ser traído, e até, o quanto dói se arrepender do que fez e tentar contornar a situação.

O mais importante é pensar que somos todos humanos e, portanto passíveis de erro.

Se você está passando por esta situação, seja forte, por mais triste e revoltante que seja, todas essas sensações ruins vão passar com o tempo e com certeza, você será feliz de novo.

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O stress já afeta grande parte da população mundial. São pessoas que não dormem bem, se alimentam mal ou estão passando por uma fase difícil. Milhares de fatores podem provocar um stress. Alguns desses fatores e consequências você pode ver por aqui.